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BRASIL - A edição de aniversário da Revista Época, publicada em 25 de maio, apresenta uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020.

O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL (1) , estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica. E se a previsão se cumprir, o aumento no número de fiéis ajudará a mudar a “cara” do país. Uma das hipóteses para o crescimento dos evangélicos, segundo a matéria, é a flexibilização e adaptação à sociedade.

Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos. No entanto, não se sabe se a violência deve continuar a acontecer.

Como isso pode acontecer sem infringir princípios básicos da fé, deve ser uma reflexão para os cristãos.

(1) Serviço de Evangelização para a América Latina.

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A maior enchente dos últimos anos tem atraído a atenção da mídia nacional e internacional e deixado muitas famílias em situações precárias com suas casa inundadas e pouco alimento.

Há uma oportunidade enorme para ajudar as vítimas das enchentes. A Igreja da PAZ em Santarém produziu este documentário para mostrar esta grande necessidade.

DOAÇÕES. AJUDE A SOCORRER AS VÍTIMAS

A Missão PAZ e as Igrejas da Paz estão se mobilizando para levantar fundos para ajudar os mais afetados pelas enchentes.

Vamos aproveitar esta situação e mostrar o amor de Cristo! Juntos podemos ajudar e fazer um impacto com o amor de Cristo na vida de milhares de pessoas.

Você pode ajudar com R$10 , R$20 , R$50 ou R$100,00 . Para fazer a sua doação em dinheiro, favor clicar no botão abaixo:

Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar? “O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’.
Mateus 25:35-36; 40

Fonte: Igreja da Paz / Doação via MDAShop/F2B

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No mês de junho, o presente não será somente para os casais apaixonados, mais também para o mercado fonográfico. Após um ano e meio do lançamento do primeiro Cd “Marca da Promessa” o Ministério Trazendo a Arca lança seu 2º Cd. São músicas inéditas, com letras fortes, sinceras e melodias marcantes com palavras de encorajamento.

Com produção e arranjos de Ronald Fonseca o Cd conta com uma novidade mais que especial que é a parceria do Cantor e Compositor Kleber Lucas na composição da música “Cruz” e “Invoca-me”.

Com uma grande expectativa do público, o Cd traz como título “Pra tocar no Manto”, contendo 12 faixas de muita inspiração.

Com uma produção independente e de excelente qualidade, o CD “Pra tocar no manto” chega em todas as lojas brasileiras, na primeira semana de Junho.

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Na última semana, Sula Miranda viajou para o Rio de Janeiro para finalizar a produção do álbum “Estrada de Bênçãos”. Na quinta-feira, dia 21/5, a cantora posou para as lentes do fotógrafo Sérgio Menezes, que assina a sessão de fotos do CD.

Já na sexta-feira, dia 22/5, a artista esteve no estúdio da Line Records, no Centro do Rio, para colocar voz nas canções que integram o álbum. Segundo trabalho gospel de Sula Miranda, “Estrada de Bênçãos” promete surpreender no que se refere à qualidade de produção.

“Temos os melhores profissionais envolvidos no projeto. Confio no trabalho de cada um e sei que a gravadora tem uma nova visão para estarmos acima de qualquer crise. O segredo? Um bom repertório, dedicação, ótimos profissionais e muita ‘unção e consagração’”, explica Sula, que revela uma surpresa: “Em ’Estrada de Bênçãos’ dedico uma música aos caminhoneiros, composta especialmente por mim e meu parceiro Edy Batista com o objetivo de tocar o coração desse público”.

O álbum tem previsão de lançamento para agosto, mês em que se comemora o Dia dos Pais.


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WASHINGTON, EUA — A subida meteórica dos Beatles, sem precedentes na cultura popular e sem rival durante quase quatro décadas depois que a banda se dividiu, é explicada pelo menos em parte por um pacto que John Lennon fez com o diabo, diz um livro recente.

No livro “The Lennon Prophecy”, o escritor Joseph Niezgoda revela que o próprio Lennon, obcecado com o ocultismo, poderes mágicos, a numerologia e em ser maior do que Elvis Presley, confidenciou a seu amigo Tony Sheridan que ele fez tal acordo. O livro também defende a idéia de que os “sinais sobre morte” há muito ligados a Paul McCartney eram realmente mensagens subliminares dando pistas sobre o destino fatal de Lennon.

Escrito por um músico que foi fã dos Beatles a vida inteira, o livro especula que o pacto foi feito logo antes de a banda experimentar seus primeiros grandes sucessos e terminou 20 anos mais tarde com o assassinato de Lennon em Nova Iorque. O assassino foi Mark David Chapman, que posteriormente afirmou que demônios foram expulsos dele enquanto ele estava cumprindo sentença na Prisão Estadual de Attica pelo assassinato.

“Chapman disse que quando o último demônio saiu do seu corpo ele entendeu o motivo por que ele vivia possesso”, Niezgoda disse para WND. “Foi para exibir o grande poder de Satanás no mundo usando o assassinato de John Lennon como o veículo. Sempre cri intuitivamente… que o verdadeiro autor dessa história é Satanás e que eu sou apenas o mensageiro”.

É claro que muitos rejeitarão a noção de que há um espírito real chamado Satanás. Outros zombarão da noção de que as pessoas possam fazer pactos com ele que possam trazer resultados no mundo real.

Por isso, Niezgoda dedica um capítulo ao que pode surpreender a muitos leitores como pactos satânicos razoavelmente bem documentados durante a História — inclusive o caso de Johann Faust, que, no período da Renascença, conquistou fama e fortuna talvez iguais às de Lennon e dos Beatles quatro séculos depois. Ele também teve uma morte prematura misteriosa e estranhamente inexplicável 20 anos depois.

Embora Faust se gabasse de realizar mais milagres do que Jesus Cristo, Lennon criou controvérsia ao se gabar de que sua banda era mais famosa do que Jesus Cristo.

“Se John tivesse entrado num pacto de 20 anos com Satanás para adquirir riqueza e fama mundial, esse contrato terminou em 8 de dezembro de 1980, com sua morte violenta”, disse Niezgoda. “Contando 20 anos passados, ocorreu algo incomum na história dos Beatles em dezembro de 1960?”

De fato, ocorreu, recorda Niezgoda. Em 27 de dezembro de 1960, os Beatles fizeram um show no salão de bailes da prefeitura de Litherland, Inglaterra.

“Dizem que depois da apresentação nessa única noite, os Beatles nunca mais foram os mesmos”, recorda Niezgoda. “Cada um dos Beatles se lembra dessa noite como o momento mais decisivo de suas carreiras”.

Logo depois dessa apresentação inesquecível, os Beatles começaram a tocar no Clube Caverna de Liverpool, onde se tornaram um fenômeno local. Então foram para Hamburgo, onde as audiências alemãs ficavam fora de si.

Essa apresentação também marcou o começo da conduta declaradamente anticristã de Lennon. No livro “The Love You Make”, de Peter Brown, ele reconta como Lennon vestia uma coleira de cachorro feita de papel, depois recortava-a, transformando-a numa cruz de papel, e começava a pregar à audiência de Hamburgo — desenhando um retrato debochado de Jesus pendurado na cruz usando um par de pantufas.

Mais tarde, também na Alemanha, na Sexta-Feira Santa, Lennon direcionou para um grupo de freiras um retrato de Jesus em tamanho real na cruz pendurado na sacada de seu apartamento.

“Enquanto as freiras fitavam pasmas essa exibição sacrílega, John começava a jogar nelas camisinhas cheias de água”, escreveu o biógrafo Albert Goldman.

Pete Best, o baterista original do grupo, também testemunhou tal conduta e escreveu sobre isso em seu próprio livro descrevendo como Lennon urinou em outro grupo de freiras da sacada de seu prédio enquanto proclamava: “Gotas de chuva celestial!”

Esses eram apenas alguns dos modos como Lennon confrontava e antagonizava quem adorasse a Cristo — sem nenhuma razão aparente, a não ser para seu próprio divertimento.

O livro dedica um capítulo inteiro às tragédias, desapontamentos e tristezas de Lennon. Sua mãe, Julia, e seu pai, Freddie, brigavam para ficar com a custódia do menino John. Aos 5 anos, ele foi forçado a decidir se queria ficar com o pai ou com a mãe. De início, ele escolheu seu pai. Mas quando sua mãe lhe perguntou se ele tinha certeza, ele correu para ela.

“John nunca se esqueceu do horror desse incidente”, escreve Niezgoda. “Deixou uma cicatriz permanente e grandes sentimentos de insegurança, e só depois de passados 20 anos é que ele viu seu pai de novo”.

Viver com Julia Lennon não era fácil. Ele era muitas vezes deixado em casa sozinho e tinha dificuldade para dormir. Mais tarde Lennon lembrou que ela “não estava se prostituindo por dinheiro, mas para ter vestidos caros”.

Aos 6 anos, Lennon começou a fugir de casa para ficar com sua tia Mimi. Ele aprendeu qual bonde pegar pela qualidade das poltronas de couro preto, explicou ele.

“Até hoje, adoro couro preto”, diria ele mais tarde. “Acho-o confortante”.

Às vezes, ele era apanhado por adultos preocupados com seu bem-estar e levado a uma delegacia de polícia local.

“Nunca consegui achar as palavras certas para explicar minha situação”, diria ele.

Os problemas de Lennon prosseguiram no período escolar — ele tinha pouco interesse em aprender na sala de aula, mostrava desprezo pelos professores, faltava às aulas, fumava e falava palavrões, colava nas provas, roubava doces das outras crianças e furtava cigarros para fazer dinheiro.

Ele foi expulso de um coral de igreja por substituir as letras dos hinos por palavras obscenas.

Outro biógrafo escreveu: “John regularmente zombava das lideranças da igreja, satirizava os hinos e fazia desenhos blasfemos de Cristo na cruz de um jeito que só os desviados conseguem fazer”.

Talvez para compensar sua dura infância, Lennon ficou obcecado de se tornar rico e famoso.

Pete Best recordou como Lennon diria que ia chegar ao topo — de um jeito ou de outro.

“Se tivermos de ser determinados e enganadores, então isso é o que teremos de fazer para chegar ali”, Best citou Lennon, que disse: “Não importa o que seja necessário para chegar ao topo. Poderia causar alguma dor de cabeça, mas uma vez ali em cima, será um tipo diferente de maçada. Sim, ele dizia, ‘eu’ e não ‘nós’. Esse era o real John Lennon, brilhante, divertido, mas cruel”.

Niezgoda cita o “delírio” sem precedentes e sem igual que cercava os Beatles como um dos sinais mais intrigantes sugerindo algo sobrenatural na carreira deles.

“John, Paul, George e Ringo eram escritores e músicos de muito talento — como ficou bem evidenciado pelas carreiras solo deles”, Niezgoda disse para WND. “Mas o que é que estava no começo que os distinguiu de outros músicos da época deles? O que foi que os elevou em poucos anos da total obscuridade para se tornarem o maior espetáculo da terra? Quando eles viajaram para a Austrália em 1964, que tipo de força terrena fez com que 400.000 fãs se ajuntassem fora do hotel deles para meramente olhar de relance os quatro rapazes de Liverpool? Como dá para explicar de forma lógica que eles tenham conseguido, por 20 vezes, o lugar número 1 nas paradas de sucesso num curto período de seis anos?

“Nada antes ou depois chegou perto de se igualar ao rápido e popular delírio emocional universal que cercava os Beatles. Não dá para eu ficar enumerando interminavelmente as realizações sobrenaturais deles… Tentar explicar a fonte da fama e fortuna dos Beatles é como tentar definir os poderes da magia”.

No pico da popularidade deles, os fãs dos Beatles ficaram obcecados com o que pareciam ser sinais na música deles acerca de uma morte dentro da banda. Na época, o foco era sobre uma especulação de que McCartney havia morrido num acidente de carro e havia sido substituído por um sósia.

Nem mesmo uma entrevista coletiva à imprensa de Paul conseguiu persuadir os fãs dos sinais de que ele era, de fato, o real Paul. Tudo pareceu bobagem depois que a longa e reconhecida carreira solo de McCartney decolou.

“A suspeita, porém, não era sem mérito”, explica Niezgoda. “As pistas estavam ali, e numerosas demais para se ignorar. Elas só precisavam ser vistas mediante lentes diferentes para criar não um quadro de uma conspiração passada, mas uma tragédia futura. Quando examinadas como possível profecia, os sinais parecem ser bem claramente não sobre Paul, mas sobre John Lennon”.

Niezgoda está co
nvencido de que os Beatles tinham assistência sobrenatural — não só com sua subida ao topo, mas com esses “sinais” que pareciam tão convincentes de que algo não estava certo dentro dos Beatles. Ele não está feliz com sua conclusão. Aliás, como fã a vida inteira dos Beatles, ele parece estar num conflito profundo.

“Sempre tive de lidar com o constante conflito do meu amor pela música genuína deles e o mal que percebo a cerca”, ele disse para WND. “A única diferença é que tenho procurado definir ou fazer sentido dela com a ajuda deste livro”.

Traduzido por Julio Severo

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O Dia dos Namorados está chegando e a Line Records preparou um presente que promete tocar os corações. Trata-se do segundo volume da coletânea “Nossa História”, em que grandes nomes da música gospel soltam a voz para falar sobre o sentimento mais precioso do mundo: o amor.

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Depois de viajar para Portugal, onde cumpriu seis dias de extensa agenda de divulgação, Soraya Moraes seguiu p
ara os Estados Unidos. Na última quarta-feira, dia 20/5, a cantora desembarcou em Los Angeles para participar da Convenção Mundial da Igreja do Evangelho Quadrangular, que acontece entre os dias 25 e 29.

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A Editora Luz e Vida possui uma grande novidade para os fãs de seus personagens. Todo o conteúdo dos sites do Smilinguido e da Turminha Querubim podem ser reproduzidos, desde que não haja fins lucrativos ou cobrança para o acesso a eles, e desde que sejam mantidos os padrões originais de imagens – sem cortes de mensagens, imagens, ou elementos de cenário.

As imagens devem ser acompanhadas do copyright Luz e Vida e o link ou endereço do site de origem. Estão liberados os conteúdos didáticos, escolares, comunitários, impressos informativos gratuitos, boletins ou jornais. A intenção da Editora é que o uso dos personagens se volte à cultura, à educação infantil ou à inspiração de mensagens positivas e não se vincule especificamente à comercialização do produto em si.

Veículos de comunicação, como jornais, sites e revistas que tenham interesse na publicação de tirinhas e conteúdos de entretenimento devem contatar a assessoria de imprensa da Editora, através do e-mail dexx@dexx.com.br, e solicitar o material. Caso haja interesse na elaboração ou confecção de produtos com imagens dos personagens para comercialização, o setor de Licenciamento da Luz e Vida deve ser contatado através do telefone (41) 2169-2201.

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Anunciada na última terça-feira, a cinebiografia de Martin Luther King já virou motivo de discórdia.

De acordo com a Variety, Steven Spielberg ganhou acesso total aos documentos sobre a vida do ativista político para produzir o filme, mas dois filhos de King estão ameaçando entrar com uma ação legal contra o projeto.

A batalha judicial começou, na verdade, em família. Bernice King e Martin Luther King III processaram o irmão Dexter King, que detém os direitos sobre a vida do pai, para controlar a posse dos documentos referentes à propridade intelectual da falecida esposa de Luther King, Coretta Scott King.

“O Sr. Spielberg e sua gente têm todo o direito de acreditar que eles tiveram a benção de King. Mas eles não ganharam a benção de Bernice e Martin King”, disse a filha do político à agência AP.

Apesar deste imbróglio, representantes da DreamWorks afirmaram que não acreditam que as desavenças entre os irmãos afetará o desenvolvimento do filme, que já atraiu o interesse de talentosos escritores desde quando foi anunciado.

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A cantora Patrícia Müller assinou contrato com a Line Records durante reunião realizada na última quinta-feira, dia 14/5, no escritório da gravadora, em Benfica, zona norte do Rio de Janeiro. Estiveram presentes o Diretor Superintendente da gravadora, André Luiz Dias, e a Gerente Artística, Adriana Reis.

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As cerca de 8 mil pessoas que participaram do show de gravação do DVD “Faz Um Milagre em Mim”, do cantor Regis Danese, foram impactadas pelo poder de Deus durante os momentos de louvor e adoração que marcaram a noite da última terça-feira, dia 12/5. O evento, realizado na casa de espetáculos Via Show, na Baixada Fluminense (RJ), contou com a participação especial de Irmão Lázaro, André Valadão e Davi Sacer, além da esposa de Regis, Kelly Danese, e do filho Bruno Danese.

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O ator e diretor Mel Gibson e o roteirista Benedict Fitzgerald entraram em acordo em relação ao filme “A Paixão de Cristo” (2004).

Documentos judiciais mostram que já houve um acordo, mas o advogado de Gibson afirmou que um registro oficial ainda está sendo formalizado. O documento vai pedir que uma sessão agendada para o dia 3 de junho seja cancelada.

Fitzgerald processou Gibson e diversas outras companhias de cinema em fevereiro de 2008, alegando que ele recebeu pouco por seu trabalho. A ação original movida pelo roteirista pedia ao menos US$ 10 milhões (R$ 20,7 milhões).

Detalhes do acordo não foram revelados.

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(por Don Feder) - Uma parte do discurso de Obama no Parlamento da Turquia disse: “Não nos consideramos uma nação cristã”. Esse discurso me lembra uma piada antiga: O Cavaleiro Solitário e seu ajudante índio estão cercados por índios hostis. O homem mascarado vira-se para seu fiel companheiro e pergunta: “O que iremos fazer agora?” Seu ajudante responde: “O que você quer dizer nós, cara pálida?”

Como outros esquerdistas, Obama tem o infeliz hábito de projetar suas ilusões no povo americano.

Ele estava na Turquia como parte de sua turnê de repúdio aos EUA, durante a qual ele gratificou vergonhosamente os desejos do antiamericanismo europeu. (“Temos sido arrogantes e prometemos não mais torturar terroristas e sempre escutar os ‘aliados’ que quase perderam as duas guerras mundiais e a Guerra Fria. E nos últimos 15 segundos eu disse o quanto lamento o episódio de Wounded Knee?”)

Na Turquia esmagadoramente muçulmana, Barack Hussein Obama, como ele foi apresentado (agora que a eleição terminou, não há problema em usar seu nome do meio), declarou o conceito de que “os EUA como nação cristã” é um mito.

Obama disse: “Embora, conforme mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande (sim, por volta de 75 a 80%), não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica ou uma nação muçulmana”.

Será? Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colônia para “o avanço da fé muçulmana”? E quanto ao lema “Em Alá Confiamos” em nossas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, “Alá Abençoe a América”?

Falando sério, se ao declarar que os EUA não são uma nação cristã Obama está se referindo a uma minoria como a diretoria esquerdista do jornal The New York Times, ele acertou em cheio.

Por outro lado, se ele quer dizer a nação em geral, ele azarou.

Em 3 de abril uma pesquisa de opinião pública da revista Newsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como “uma nação cristã”. Mas para aqueles que são como Obama, a emoção predominante dos EUA não é decidida pela maioria, mas pela elite cultural — os indivíduos que receberam o privilégio de moldar a consciência nacional pelo resto de nós.

Devido à ignorância ou cegueira deliberada, por toda a história americana, a maioria dos americanos, inclusive seus líderes, não entendiam que os EUA são uma república secular — uma nação sob Rousseau, Darwin e o Manifesto Humanista (I e II).

Patrick Henry comentou: “Nunca é demais frisar o fato de que esta grande nação foi fundada não pelas religiões, mas por cristãos; não na base de religiões, mas na base do Evangelho de Jesus Cristo”.

A Constituição americana é datada “no ano de nosso Senhor, 1787,” em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz da Suprema Corte Joseph Story, em sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam “que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado”.

No caso de 1931 de U.S. v Macintosh (decidido antes de o judiciário federal começar a desconstruir a Primeira Emenda), a Suprema Corte declarou: “Somos um povo cristão”.

Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive B. Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição. Em todos os casos, exceto um, era a Versão do Rei James.

Falando dos antecessores de Obama — nitidamente “menos inteligentes” e “laicos” do que o “Supremo Messias” e provavelmente lacaios da direita religiosa — a opinião deles é unânime:

O Presidente George Washington disse: “É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia”. Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava se referindo ao Corão ou ao Bhagavad Gita.

O Presidente John Adams disse: “Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram… os princípios gerais do Cristianismo”.

O Presidente John Quincy Adams disse: “A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo”.

O Presidente Andrew Jackson disse: “A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada nossa República” — de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.

O Presidente Abraham Lincoln disse: “Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme nAquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades atuais”. As “dificuldades atuais”, que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 morreram.

Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.

O Presidente Woodrow Wilson disse: “Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras”.

O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: “Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana — entre a brutalidade pagã e o ideal cristão”.

O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: “Esta é uma nação cristã… Não é a toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colônias aqui, no comecinho da sua aventura colonial, declararam sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio”.

O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: “Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus”.

O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: “Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?”

Entretanto, o “Supremo Messias” consegue alegremente proclamar que os EUA não são mais uma nação cristã.

Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: “O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã”.

Com isso o presidente aceitou a possibilidade de que os EUA foram uma nação cristã no passado, mas não são mais. Contudo, quando foi que o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos terminou — com a decisão da Suprema Corte de abolir as orações nas escolas em 1962, com sua decisão Roe v. Wade de 1973 de legalizar o aborto ou com Bill Clinton deixando manchas de sêmen no vestido de uma estudante estagiária, em 1995?

Embora insistisse que “nós” não consideramos os EUA uma nação cristã, Obama apelou para o sentimentalismo quando chegou o momento de tocar no assunto da “religião da paz”. “Queremos transmitir nosso apreço profundo para com a religião islâmica, que fez muito durante tantos séculos para moldar o mundo para melhor, inclusive o meu próprio país”.

Além de confusa, a declaração de Obama foi convenientemente vaga.

Moldar o mundo para melhor? De que jeito? Propagando pela espada seu credo? Estabelecendo o conceito de dhimmitude — de que os descrentes são obrigados a se converter para o islamismo ou se submeter ao governo islâmico? Transformando mulheres em propriedade? Subjugando os Bálcãs, a Grécia, a maior parte da Espanha e parte da Europa Oriental por centenas de anos? Destruindo Constantinopla e Bizâncio, o Império Romano Oriental, apagando as glórias de um milênio? Promovendo o fanatismo sanguinário do xiitismo e do wahabismo e monopolizando o terrorismo internacional desde pelo menos a década de 1970?

O islamismo moldou os EUA para melhor? Pelo menos Obama não disse que “teve um impacto profundo” — como um avião de passageiros colidindo com um edifício elevado.

É difícil imaginar uma religião que tenha feito menos para moldar os EUA do que o islamismo, inclusive o zoroastrismo e a cientologia. Muitos dos princípios nos quais os EUA foram fundados, ou vieram a representar — tolerância religiosa, democracia, liberdade e igualdade — são detestáveis para o islamismo tradicional.

Numa pesquisa de opinião pública do Washington Post/U.S. News (26-29 de março), embora a maioria aprove os esforços de Obama para alcançar o mundo muçulmano, 48% confessaram ter uma opinião desfavorável do islamismo, a percentagem mais elevada desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Na mesma pesquisa, 55% disseram que lhes faltava uma compreensão básica da religião da paz.

Conhecimento produzirá desprezo. À medida que a população muçulmana nos Estados Unidos (agora estimada em 1 milhão) cresce, os americanos cada vez mais encontrarão a rica herança religiosa e cultural que os seguidores de Maomé estão trazendo para os EUA — como os assassinatos de honra.

No ano passado, no subúrbio de Jonesboro, um imigrante paquistanês estrangulou sua filha de 25 anos com uma corda bungee, por tentar escapar de um casamento arranjado.

Em pleno Dia de Ano Novo, 2008, os corpos crivados de bala de Sarah e Amina Said (idades 17 e 19) foram encontrados num táxi abandonado. O pai delas, o imigrante egípcio Yaser AbdelSaid, foi preso pelos assassinatos. Said havia ameaçado matar suas filhas por terem namorados. Ele achava que elas agora eram moças imorais!

Muzzammil Hassan, da região de Buffalo, era o próprio modelo de um muçulmano moderno e moderado. Em 2004, Hassan fundou a TV Bridges [Pontes] para neutralizar as imagens negativas do islamismo e exibir as muitas estórias de “tolerância, progresso, diversidade, serviço e excelência muçulmana”. Pare, você está me matando! — um infeliz golpe de linguagem quando se debate o islamismo.

Hassan era um motivo de orgulho tão grande para sua religião que, em 27 de abril, ele recebeu o primeiro prêmio por excelência em seus esforços para apresentar ao público um islamismo diferente aos olhos do público. Ele recebeu o prêmio da filial em Pensilvânia do Conselho de Relações Islamo-americanas, onde alguns dos líderes têm ligação com o terrorismo. Presentes no evento estavam o governador Ed Rendell e o deputado federal Joseph Stestak, ambos do Partido Democrático. Stestak foi o palestrante.

Em 12 de fevereiro de 2009, o grande exemplo do Islamismo moderado foi preso e acusado de decapitar a esposa, que havia afirmado que ele cometia abusos físicos e emocionais, e estava no processo de se divorciar dele. O lema da TV Pontes é: “Conectando pessoas por meio da compreensão” — o irônico é que no caso de Aasiya Hassan, a cabeça dela não está mais conectada ao corpo dela.

De acordo com o Projeto de Comunicação e Educação sobre a Mutilação Genital Feminina — a prática de cortar o clitóris e os lábios menores das mulheres em algumas sociedades muçulmanas a fim de mantê-las submissas tornando impossível que elas experimentem prazer sexual — chegou aos EUA.

Em novembro de 2006, Khalid Adem, um etíope vivendo em Atlanta, foi sentenciado a 10 anos de prisão por decepar o clitóris de sua filha de dois anos.

Num vídeo postado no YouTube — filmado secretamente numa mesquita em Nashville, Tennessee — uma menina de 7 anos diz, chorando, como as meninas são surradas durante as aulas de xariá. A menina também fala de seu “marido”. Os grandes meios de comunicação se importam com alegações de abuso físico e sexual somente quando o assunto envolve a Igreja Católica.

A pedofilia e o abuso de crianças não são apenas estranhos costumes praticados em casas de oração muçulmanas.

Das mais que 2.300 mesquitas e escolas islâmicas nos Estados Unidos, mais de 80% foram construídas com dinheiro da Arábia Saudita nos últimos 20 anos. Foi esse mesmo dinheiro que financiou os terroristas que fizeram o ataque de 11 de setembro de 2001.

O Centro de Políticas de Segurança enviou agentes secretos que falam árabe para mais de 100 dessas instituições, descobrindo que de cada 4, 3 estavam infectadas com extremismo e pregações de ódio contra os EUA, os judeus e os cristãos.

É desse jeito que o islamismo está moldando os EUA para melhor.

Se não somos uma nação cristã, então o que é que somos? Obama disse aos turcos: “Consideramo-nos como uma nação de cidadãos que estão ligados por ideais e por um conjunto de valores”.

Valores não são fluídos. Eles têm de ter um ponto de origem.

Por toda a nossa história, a maioria dos americanos nunca duvidou das origens de nossas características éticas: o monte Sinai, Jerusalém, os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha, a Torá, o Novo Testamento — conhecidos coletivamente como nossa herança judaico-cristã.

Para a esquerda secular, que agora ocupa a Casa Branca, a herança dos EUA não está na Bíblia, nem na Declaração de Independência e nem na Constituição (em seu sentido original), mas no humanismo secular, no coletivismo e no multiculturalismo — valores baseados não em padrões eternos, mas em normas culturais predominantes, conforme determina a elite política, midiática e acadêmica.

Obama não quer que nos consideremos uma nação cristã porque a ética judaico-cristã está em conflito com a cosmovisão dele.

Seja o que for que Joel Osteen e Rick Warren nos digam (o Pr. Ken Hutcherson os chama de evangelistas covardes), Obama não é cristão — a menos que você considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele freqüentou por 19 anos, como Cristianismo.

Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo — e não consideram todos os atos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.

Os EUA, com suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente — inclusive dos mais indefesos: os bebês em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está adquirindo como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projetos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado de Illinois.

Os EUA como nação cristã crêem em governo limitado, não aceitando a idéia falsa de que o governo é Deus. Os EUA de Obama crêem que não há nada que o Estado não possa fazer, nenhum poder que o Estado não deveria ter e nenhuma limitação nos poderes do Estado para taxar, gastar e controlar.

Os EUA como nação cristã compreendem a ordem bíblica de apoiar Israel.

Os EUA de Obama vêem os palestinos (que são antissemitas, antiamericanos, sanguinários, exaltadores da guerra santa) como o equivalente moral dos israelenses (democráticos, pró-americanos, governados pelo Estado de direito). A fantasia de Obama de Israel e Palestina vivendo juntos “lado a lado em paz e segurança” é ilusão ou eufemismo para um acordo temporário que levará à extinção do Estado judeu.

Como a proverbial casa dividida de Lincoln, esses dois EUA não poderão coexistir para sempre. Durante sua presidência, Obama tem a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, com um chefe de mesquita presidindo na cerimônia religiosa fúnebre.

Mal posso esperar a próxima viagem cheia de magia e mistério do presidente Obama. Como o Dep. Joe Cannon disse de um colega: “Toda vez que abre a boca, esse homem subtrai da soma total do conhecimento humano”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo

Fonte: Don Feder / Julio Severo

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Tudo não passa de uma mera coincidência, mas a história do padre brasileiro que desapareceu em Santa Catarina e foi encontrado no estado do Rio de Janeiro há cerca de um ano, ao tentar bater um recorde voando com balões de festa, emocionou a equipe de “Up - Altas aventuras”, nova animação da Disney/Pixar que foi exibida pela primeira vez à imprensa nesta quarta-feira (13) no Festival de Cannes.

Escolhido para a sessão de gala de abertura do evento, logo mais às 14h (horário de Brasília), o longa conta a história de Carl, um velhinho de 78 anos que perde a mulher e decide voar para a América do Sul amarrando milhares de bexigas coloridas em sua casa.

“Nós ouvimos falar do padre. Sentimos muito por ele”, disse o produtor-executivo Bob Peterson em entrevista coletiva nesta manhã em Cannes. “Nos Estados Unidos também tem um sujeito que junta dinheiro e duas vezes por ano sai fazendo a mesma coisa.” O episódio do padre Adelir de Carli, no entanto, não inspirou nem alterou o rumo do filme, que já vinha sendo escrito há quatro anos.

Em tom meio de brincadeira, o diretor do longa, Pete Docter, afirmou que tomou toda cautela para evitar que o feito do viúvo voador de “Up” tentasse ser repetido por desavisados em casa. “A primeira coisa que fizemos foi perguntar aos cientistas: quantos balões seriam necessários para fazer uma casa dessas levantar voo? Eles disseram: 26,5 milhões de balões. Então não há risco”, defendeu. “De todo modo, há gente que faz essas coisas mesmo assim, não seremos nós que vamos mudar isso”.

Docter revelou também que durante a fase de produção da animação, ele e sua equipe viajaram ao Brasil para visitar Roraima, especialmente as serras de escarpas típicas da região, na fronteira com a Venezuela, que serviram de inspiração para os belos cenários de “Up”. “Ficamos escalando por dez horas. Eram dez animadores suando para chegar no topo”, diverte-se o animador, que entre outros assina também a direção de “Monstros S/A”.

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A cantora Claudia Leitte rebateu as críticas de que as constantes viagens para cumprir a agenda lotada de shows teria facilitado que seu filho contraísse meningite.As declarações foram feitas durante entrevista coletiva realizada na tarde desta terça-feira (12) em hospital localizado em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

“Por algum momento cheguei a me sentir culpada. Mas isso passou logo. Sempre fui um mãe dedicada, estive o tempo todo ao lado dele, mas jamais levei o Davi para um trio elétrico. Quem disse isso são pessoas maldosas”, afirmou, ao lado dos médicos que cuidaram de seu filho, em coletiva para anunciar que o bebê estava recebendo alta do hospital.

Acompanhada dos pais e do marido, Márcio, Claudia disse que queria voltar logo para Salvador e ficar ao lado do filho, antes de retomar sua rotina. “Agora, não sei nem que dia é hoje. Depois de 50 horas direto, acordada, a gente fica até alheia ao que está acontecendo lá fora. Mas quero continuar fazendo meus shows e voltar ao trabalho”.

Claudia disse ainda que já se considerava uma supermãe, mas a doença do filho fez com que ela se sentisse mais preparada. “Tenho que agradecer muito a Deus por ter atendido ao meu instinto maternal, que considero a voz do Espírito Santo, de levar ele logo para o hospital”, contou a cantora, lembrando que notou mudança no comportamento do bebê, de 3 meses. “Ele estava com pintinhas vermelhas no corpo e muito irritadiço”.

Embora falasse em Deus o tempo todo, Cláudia Leitte afirmou que não segue nenhuma religião. Mas disse que está estudando se vai batizar o filho. “Só quero que Davi conheça o significado de Deus, que Jesus morreu crucificado na cruz por todos nós”.

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Estar bem perto das pessoas para ministrar cura emocional, física, renovo espiritual, libertação de mágoas e feridas do passado e do presente. Essa foi a revelação que a cantora e pastora Fernanda Brum recebeu de Deus e colocou em prática em seu novo DVD, Cura-me, que foi gravado nesta quinta-feira (07) em formato HD (High Definition) -, o primeiro da gravadora MK Music em alta definição. No repertório, as música do CD homônimo, que já recebeu Disco de Platina, e cinco regravações.
Fernanda Brum, sempre ousada, inovou mais uma vez unindo música, teatro e dança.

Para acomodar o projeto - inédito na música gospel, o local escolhido foi a Igreja Batista Central da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ), onde Fernanda é pastora, ao lado do marido e produtor musical, Emerson Pinheiro. O motivo? Estar em “casa” para receber de Deus e ministrar ao Seu Povo de uma forma bem direta e franca. Tarefa essa que não foi uma das mais fáceis.

O templo foi transformado em uma grande sala, lembrando lounges, com puffs, sofás, abajoures, muitos tecidos em diversas texturas e tons. Tudo bem aconchegante, com público mais reduzido (diferente dos DVDs anteriores Apenas Um Toque e Profetizando às Nações) formado por membros da igreja, familiares, amigos e convidados, como o MC Marcinho.

Fernanda ficou à vontade, parecia estar realmente em sua casa, orando em seu quarto, como ela mesma definiu. E ela foi usada por Deus! Cantou 14 músicas - algumas com novos arranjos - e ficou à vontade na estrutura produzida pela MK Music para ela, sua banda e seu vocal, formado pelos irmãos Anderson e Adelso Freire e pelo cantor Sinclair, amigo e parceiro do casal Fernanda e Emerson de longa data. O resultado foi contemplativo e revigorante.

O DVD teve, além de música, muita arte com a participação do ministério de teatro Cristão, Jeová Nissi, que veio de São Paulo exclusivamente para participar do projeto. Eles fizeram uma encenação da passagem bíblica que relata a violência de Amnom contra Tamar, filhos do Rei Davi, que foi seguida por uma ministração de Fernanda e pela canção “Como se Cura a Ferida”. Foi momento de cura para as mulheres.

O Jeová Nissi participou também na música “Aborto Não”. Em uma mistura de interpretação com dança flamenca, o grupo emocionou o público e arrancou apausos pela forma tão forte e clara que representaram o tema. No violão, o conceituado músico Sérgio Knust dedilhou seu instrumento com muito sentimento. Sentimento e vida, que é a marca da banda que faz parte do ministério Fernanda Brum.

“A banda vestiu a camisa do projeto, eles entenderam a nossa visão. São músicos ungidos, e aconteceu o que Deus queria que acontecesse, foi muito especial”, definiu o pastor Emerson Pinheiro, marido de Fernanda e produtor musical do DVD Cura-me e dos demais trabalhos dela.

Para colocar esse projeto em prática, a gravadora MK Music investiu muito, e valeu a pena. Para a montagem do cenário idealizado por Marina de Oliveira, várias empresas foram mobilizadas. O palco foi ampliado e rampas foram construídas. A iluminação foi assinada por Naldo Bueno, da Oficina de Luz - responsável pelos DVDs Aline Barros Caminho de Milagres e Fernanda Brum, Profetizando às Nações - que utilizou equipamentos exclusivos e de última geração. Dayane Andrade assina direção de vídeo e corte; Alomara Andrade, a produção; Tiago Espíndola, a edição.

“Deus veio de uma maneira linda! É um sonho antigo, misturar teatro com música, e isso parecia impossível. Deu tudo certo, a gente se entendeu muito. Eu estou exausta, porque trabalhamos nesse DVD há alguns meses, mas muito feliz com o resultado”, revelou Fernanda, ao final da gravação. O DVD Cura-me será lançado muito em breve pela MK Music.

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Agora os internautas podem seguir as novidades em tempo real, visitando  www.twitter.com/niveasoares

Nívea Soares acaba de criar a sua página no Twitter, o mais novo serviço de mensagens curtas da Internet. Depois das explosões do Orkut em 2005 e do YouTube em 2006, a ferramenta ganha cada vez mais espaço na Web, permitindo que os internautas interajam de forma ágil e fácil, e se comuniquem sobre as novidades em tempo real.

Em sua página,  www.twitter.com/niveasoares, Nívea e sua equipe de comunicação têm publicado novidades sobre o ministério, o lançamento de seu videoblog, atualizações em seu site e notícias sobre o mercado fonográfico, entre outros assuntos.

O Twitter tem se popularizado em um ritmo impressionante. Segundo o jornal norte-americano The New York Times, trata-se do fenômeno da Internet que cresce mais rapidamente nos EUA. Já no Brasil, dados do Ibope apontam que o tráfego no Twitter aumentou 96,8% em março, alcançando a marca de 677 mil visitas.

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No dia 20 de maio, o Fenasp (Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política) realiza a “Caminhada pela Vida”, na Capital. Este ano, o tema é a luta contra a pedofilia.

Quem participar da caminhada poderá também ver um show do cantor gospel Chris Duran, conhecido internacionalmente. A caminhada pela vida será a partir das 18h na praça do rádio Clube, no Centro.

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A cota de passagens aéreas do deputado licenciado Robson Rodovalho (DEM-DF) foi usada para trazer a Brasília duas das principais atrações de um show evangélico apoiado por sua igreja, a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra. A Câmara pagou passagem para oito integrantes da banda de banda de rock cristão Oficina G3 e o rapper DJ Alpiste.

Eles voaram de São Paulo até a capital federal para participar da segunda edição do “Desperta, Brasília”, promovido no dia 31 de agosto de 2007, no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. Para assistir ao evento, cada pessoa pagou R$10 ou entregou um quilo de alimento, que foi distribuído a famílias carentes, segundo o organizador do show, Gleison Willy, membro da igreja de Rodovalho.

Deputado diz que tudo foi legal, mas que devolverá dinheiro

No evento, o Oficina G3 lançou seu cd “Eletrakustica”. O deslocamento do grupo de São Paulo para Brasília foi feito com a cota de Rodovalho. O voo JJ 3722 saiu de Congonhas às 9h07 de sexta-feira. Às 9h10 de sábado, 1º de setembro, a banda de rock voltou para São Paulo, no voo JJ 3701.

Estavam no avião o guitarrista e fundador do Oficina G3, Juninho Afram, o baixista Duca Tambasco, o tecladista Jean Carllos, o baterista Celso Machado, empresário Ivan Miranda, o técnico de som Ivo Sakihara, o assistente Ednaldo Santos e o iluminador José Fernandez.

O rapper evangélico DJ Alpiste também voou de São Paulo à capital federal para participar do “Desperta, Brasília” em 2007. O voo da TAM JJ 3464, saiu na sexta-feira, às 8h30 da capital paulista. DJ Alpiste voltou a São Paulo no dia seguinte, sábado, no voo JJ 3719, que partiu às 5h50 de Brasília.

O rapper e o empresário da banda de rock, Ivan Miranda, disseram desconhecer que a passagem tinha origem em verba da Câmara dos Deputados. “Não tinha conhecimento de serem bilhetes de cota parlamentar, pois eu trato o evento diretamente com o produtor da cidade e ele providencia o envio das passagens aéreas, vaucher de hotel, etc”, disse o empresário, em nota.

Alpiste disse que seus contratos só preveem cachê, transporte, alimentação e estadia. “A pessoa tem que me mandar o PTA, o código da passagem paga e só”, explica o cantor de rap, que atualmente cobra R$ 5 mil de cachê para tocar em eventos. O rapper se lembra de ter conversado com Rodovalho nos bastidores do show, mas ressalta que o parlamentar não subiu ao palco.

Cantores e pastores

Além do Oficina G3 e do DJ Alpiste, diversos outros músicos e pastores voaram com a cota aérea de Rodovalho. Alda Célia Cavagnaro, cantora e compositora de diversas canções nacionalmente conhecidas por evangélicos, viajou do Rio de Janeiro para Brasília. O voo JJ 3822 da TAM partiu às 10h22 de 17 de julho de 2007.

Pastora da Sara Nossa Terra no Rio, Alda Célia é um dos expoentes da música cristã brasileira. O álbum “Voar como a águia”, de 2002, rendeu a ela um disco de ouro, depois de vender mais de 100 mil cópias.

A assessoria da cantora afirma desconhecer o motivo do voo, porque ela faz muitas viagens pelo Brasil. Ainda de acordo com a assessoria da cantora, ela ignorava a origem da passagem.

A cantora Heloísa Rosa participou de um culto dirigido pelo bispo e deputado Rodovalho, no dia 9 de setembro de 2007, em Brasília. Com um bilhete aéreo emitido em 3 de setembro de 2007, a cantora e o marido, Marcos Groubert, viajaram de São Paulo para Brasília, com a cota de Rodovalho. A assessoria da cantora diz que ela desconhecia a origem da passagem.

O Congresso em Foco identificou ainda outras três cantoras e cinco religiosos na lista de passageiros do deputado. Todos os que foram localizados informaram desconhecer que suas viagens foram pagas pela Câmara.

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Um padre polonês escreveu um guia prático e teológico sugerindo como casais casados podem melhorar sua vida sexual.

O objetivo do padre Ksawery Knotz ao escrever o livro “Sexo como você não conhece - para casais casados que amam Deus” foi acabar com as atitudes excessivamente conservadoras de muitos fiéis.

O livro já está sendo chamado no país de “Kama Sutra Católico”.

O religioso franciscano explica que sexo no casamento não deveria ser enfadonho e sim “apimentado, surpreendente e cheio de fantasia”.

O livro, que tem o apoio da Igreja Católica da Polônia, é um sucesso de vendas.

A editora Sw. Pawel está preparando mais cópias depois que 5 mil foram vendidas em poucas semanas.

‘Kama Sutra Católico’

“Algumas pessoas, quando escutam falar no caráter sagrado do sexo no casamento, imaginam imediatamente que esse tipo de sexo tem que ser desprovido de alegria, brincadeiras e posições atraentes”, escreveu o Knotz no livro.

“Cada ato - um tipo de carícia, uma posição sexual - com o objetivo de excitar é permitido e agrada a Deus. Durante a relação sexual, casais casados podem demonstrar o seu amor de todas as maneiras, (eles) podem fazer um no outro as carícias mais desejadas.”

Knotz acredita que o sexo é uma forma importante de marido e mulher expressarem o seu amor e ficarem mais perto de Deus.

“Casais casados celebram o seu sacramento, sua vida com Cristo, também durante o sexo”, escreveu.

“Chamar o sexo de celebração do sacramento do casamento eleva sua dignidade de uma maneira excepcional. Uma declaração como esta choca pessoas que aprenderam a ver a sexualidade de uma maneira ruim. É difícil para eles entender que Deus também quer que eles tenham uma vida sexual feliz e, por isso, deu a eles este presente.”

O padre Knotz ressalta que o livro não diverge da visão da Igreja sobre o sexo. Ele desencoraja o uso de anticoncepcionais, dizendo que “levam um casal casado para fora da cultura católica e a um estilo de vida completamente diferente”.

O autor do guia sobre sexo também rejeita o argumento dos que colocam em dúvida a competência de um monge celibatário para escrever sobre sexo. Ele diz que sua experiência vem do aconselhamento a casais casados e da administração de um website que oferece conselhos sexuais há quase um ano.

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