Madonna está tentando novamente converter Britney Spears à cabala
13/12/2008 - 20:03

Agora que se separou oficialmente do cineasta Guy Ritchie, Madonna anda concentrando suas energias em um objetivo: tentar converter Britney Spears à Cabala.
Segundo uma fonte do site do Daily Mail, a cantora veterana está em sua segunda tentativa de fazer com que a ex-princesinha do pop abrace a religião judaica - a primeira foi antes do nascimento do segundo filho de Britney, Jayden James.
“Britney usava o bracelete vermelho da cabala e lia os livros que Madonna dava a ela. Agora, ela está considerando dar à religião uma segunda chance”, contou o informante.
À época do nascimento de Jayden, Britney afirmou: “Eu não estudo mais cabala. Meu bebê é minha religião”. A declaração teria esfriado a amizade de Britney e Madonna.
Pouco mais de dois anos depois, as duas voltaram a ficar próximas, mas Britney ainda não sabe se irá adotar a religião da amiga ou não. “Ela não fará qualquer comentário sobre o assunto. É questão de esperar para ver o que acontece”, disse um porta-voz da intérprete de “Toxic” ao Daily Mail.
Outro que estaria na mira das conversões de Madonna é seu suposto affair, o jogador de baseball Alex Rodriguez. Se fracassar com A-Rod e com Britney, Madonna tem pelo menos um consolo: o de ter conseguido levar a atriz Gwyneth Paltrow para a religião.
Playboy mexicana traz modelo como Virgem Maria
13/12/2008 - 19:59
selo_ajude_santa_catarina
13/12/2008 - 19:55
AJUDE
COM QUALQUER
QUANTIA
AS VÍTIMAS DAS
ENCHENTES DO ESTADO DE
SANTA CATARINA
Faça o Download do selo, aplique no seu site, ajude a espalhar essa iniciativa!

Coloque o link no selo para
"http://www.ajudesantacatarina.com.br"
e participe!
13/12/2008 - 19:48
Axé católico contra cocaína bomba na internet
13/12/2008 - 19:44
“Você tem que tomar uma overdose de Jesus e injetar na sua veia o sangue que correu na cruz”. O vídeo com esta mensagem, cantada em ritmo de axé, alcançou nesta quarta-feira a marca de 250 mil acessos, transformando a cantora Jake no mais novo fenômeno musical do País. Melhor que isso, só o título e refrão da música, que gruda no ouvido feito chiclete: “Pó pará com pó”. Se bobear, vai ser o hit deste carnaval.
Jaqueline Michele Santos Trevisan, a Jake, é paulistana, fã de Daniela Mercury e Netinho (do axé), e também de Gal Costa e Maria Bethânia. Tem 29 anos e está na estrada desde os 15. “A gente sempre fez barulho na igreja”, conta ao iG.
Católica praticante, é autora da letra e da música de “Pó pará com pó”. “Nunca usei droga nenhuma, nunca fumei maconha nem experimentei cocaína, mas conheço muita gente do meu grupo que partiu para as drogas e a bebida alcoólica. E tiveram muitos problemas, o que me inspirou”, diz.
“Jake Guerreira do Amor”, o seu primeiro CD, todo em ritmo de axé, foi gravado em 2006, mas o sucesso só veio agora, depois de uma apresentação, no início de novembro, na TV Aparecida, cujo conteúdo caiu no You Tube. A gravação contabilizava 246.980 acessos no momento em que este texto era escrito.
A pregação religiosa em ritmo de axé pode até ter chocado alguns católicos mais conservadores, mas não causou nenhum problema até agora, conta Jake. “Respeito as pessoas conservadoras, mas o meu trabalho é focado no público jovem”, explica. A cantora cita o padre Marcelo Rossi, que já misturou até forró com mensagens cristãs, como um exemplo das liberdades que acha possível fazer.
Ainda que focada no universo religioso, Jake espera poder ampliar o seu público. “Minha música é para todos. É arte”, diz. “Não sou uma extra-terrestre. Sou cristã, sim, mas sou um ser humano normal”, acrescenta.
Depois de dois anos fazendo shows com o material do primeiro CD, Jake pede para informar que já tem músicas em número suficiente para um segundo disco. “Estou pronta para o segundo CD”, avisa.
“O católico tem axé”, garante Jake.
“Revelação”, da evangélica Íris Abravanel, é aposta do SBT
13/12/2008 - 19:39
Matéria sobre Igreja Universal leva prêmio Esso de jornalismo
13/12/2008 - 19:35

A jornalista Elvira Lobato, do jornal “Folha de S.Paulo”, recebeu o prêmio Esso de jornalismo, na noite desta terça-feira (09/12), pela reportagem “A Universal chega aos 30 anos com império empresarial”, sobre a rede de empresas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus.
O trabalho mostrava que rádios e emissoras de televisão foram adquiridas em nome de fiéis e transferidas para o fundador da igreja, Edir Macedo.
Elvira considerou o prêmio um desagravo em função dos processos judiciais movidos contra ela por fiéis da Igreja Universal, que alegaram terem se sentido ofendidos pela reportagem - a Folha responde a 105 ações ingressadas em todo o País. Elvira recebeu um diploma e o prêmio de R$ 30 mil.
A Folha também conquistou o Prêmio Esso de Criação Gráfica por “Cigarro e álcool na adolescência”, publicado pelo caderno Folhateen em 3 de setembro de 2007. Os vencedores são Renata Steffen, Fernanda Giulietti, Ivan Finotti, Alexandre Jubran, Tarso Araújo e Letícia de Castro.
A cerimônia no Copacabana Palace premiou jornalistas em mais 11 categorias. Na de reportagem, Lobato concorreu com 532 trabalhos e foi finalista ao lado de “Favela S/A”, do jornal “O Globo”, e “Suicídio.com”, da revista “Época”.
Em dois meses de apuração, Elvira Lobato, na Folha desde 1984, investigou o conglomerado de empresas controladas pela Igreja Universal do Reino de Deus. A reportagem revelou que, além de rádios e TVs, a Universal e sua cúpula mantinham dois jornais diários, uma agência de turismo, uma imobiliária e uma empresa de seguro-saúde.
Após a publicação, lideranças e membros da Universal entraram com 105 ações judiciais contra a jornalista e a Empresa Folha da Manhã, que edita a Folha, pedindo reparação por danos morais. A maioria dos processos foi ajuizada em comarcas remotas de quase todos os Estados, forçando o deslocamento de advogados e jornalistas. As 58 ações julgadas até o momento tiveram sentenças favoráveis à Folha.
“Dedico o prêmio a todos os jornalistas. O oxigênio da profissão é a liberdade de imprensa”, disse Lobato ontem.
O Prêmio Esso de Jornalismo foi criado em 1955. Em 2004, a Folha e “O Estado de S. Paulo” criticaram a estrutura da premiação, afirmando que a composição do corpo de jurados não era “representativa do mercado editorial do país”.









Últimos comentários
@*dtcomment*@@*titolopost*@
@*nome*@