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Ficheiro Dezembro 2008


Agora que se separou oficialmente do cineasta Guy Ritchie, Madonna anda concentrando suas energias em um objetivo: tentar converter Britney Spears à Cabala.

Segundo uma fonte do site do Daily Mail, a cantora veterana está em sua segunda tentativa de fazer com que a ex-princesinha do pop abrace a religião judaica - a primeira foi antes do nascimento do segundo filho de Britney, Jayden James.

“Britney usava o bracelete vermelho da cabala e lia os livros que Madonna dava a ela. Agora, ela está considerando dar à religião uma segunda chance”, contou o informante.

À época do nascimento de Jayden, Britney afirmou: “Eu não estudo mais cabala. Meu bebê é minha religião”. A declaração teria esfriado a amizade de Britney e Madonna.

Pouco mais de dois anos depois, as duas voltaram a ficar próximas, mas Britney ainda não sabe se irá adotar a religião da amiga ou não. “Ela não fará qualquer comentário sobre o assunto. É questão de esperar para ver o que acontece”, disse um porta-voz da intérprete de “Toxic” ao Daily Mail.

Outro que estaria na mira das conversões de Madonna é seu suposto affair, o jogador de baseball Alex Rodriguez. Se fracassar com A-Rod e com Britney, Madonna tem pelo menos um consolo: o de ter conseguido levar a atriz Gwyneth Paltrow para a religião.

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Às vésperas do Natal, época em que as famílias católicas se preparam para celebrar o nascimento de Jesus Cristo, a revista Playboy do México resolveu entrar no clima natalino de uma forma polêmica. A edição de dezembro da publicação traz na capa a modelo María Florencia Onori representando a mãe de Jesus, Virgem Maria.
No ensaio, a modelo posou coberta por um manto branco com um cenário repleto de vitrais - na tentativa de reproduzir um ambiente parecido com o de uma igreja. A capa vem acompanhada do texto: “Te adoramos, María. Nesta edição, a modelo María Florencia Onori nos deixa apreciar sua beleza pungente”. “És bem-aventurada, María, quando a luz chega à sua pele, e seus olhos encontram os olhos de nossos leitores”, diz uma chamada interna da revista.
O conteúdo da publicação mexicana deve mexer com os ânimos de organizações religiosas do país, que tem maioria cristã. Segundo um censo realizado 2007, 89% dos mexicanos se declararam católicos - o equivalente a 97 milhões de pessoas.

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by W.Grupo Entretenimento

13/12/2008 - 19:48

Sobre a adaptação de Magdalena, histórias em quadrinhos (inéditas no Brasil) da Top Cow Comics, para o cinema, a produtora Gale Anne Hurd, falou à matriz da MTV sobre o projeto.

“Ela é incrível. A história é meio O Código Da Vinci meio O Procurado. Tem uma mitologia grande e uma personagem que no início não está ciente de seu legado, que é algo que eu adoro - muitos dos filmes que faço lidam com essa idéia. E tem elementos sobrenaturais”, disse.

Gale Anne Hurd, que também já produziu Aeon Flux, os dois Hulk e os dois filmes recentes do Justiceiro, além dos três O Exterminador do Futuro, informou ainda que a produção do Platinum Studios e a Valhalla Motion Pictures está atualmente em busca de um diretor.

Jenna Dewan será a jovem Patience, que cresceu num orfanato antes de vagar sem casa pelas ruas de Nova York, e de repente descobre fazer parte de uma linhagem de guerreiras que descende diretamente de Maria Madalena. Como sua primeira missão, ela terá que impedir forças sobrenaturais de dominarem o mundo. Luke Goss (o vilão de Hellboy II) será Kristof, agente enviado pela organização secreta que protege a “santa linhagem”.

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“Você tem que tomar uma overdose de Jesus e injetar na sua veia o sangue que correu na cruz”. O vídeo com esta mensagem, cantada em ritmo de axé, alcançou nesta quarta-feira a marca de 250 mil acessos, transformando a cantora Jake no mais novo fenômeno musical do País. Melhor que isso, só o título e refrão da música, que gruda no ouvido feito chiclete: “Pó pará com pó”. Se bobear, vai ser o hit deste carnaval.

Jaqueline Michele Santos Trevisan, a Jake, é paulistana, fã de Daniela Mercury e Netinho (do axé), e também de Gal Costa e Maria Bethânia. Tem 29 anos e está na estrada desde os 15. “A gente sempre fez barulho na igreja”, conta ao iG.

Católica praticante, é autora da letra e da música de “Pó pará com pó”. “Nunca usei droga nenhuma, nunca fumei maconha nem experimentei cocaína, mas conheço muita gente do meu grupo que partiu para as drogas e a bebida alcoólica. E tiveram muitos problemas, o que me inspirou”, diz.

“Jake Guerreira do Amor”, o seu primeiro CD, todo em ritmo de axé, foi gravado em 2006, mas o sucesso só veio agora, depois de uma apresentação, no início de novembro, na TV Aparecida, cujo conteúdo caiu no You Tube. A gravação contabilizava 246.980 acessos no momento em que este texto era escrito.

A pregação religiosa em ritmo de axé pode até ter chocado alguns católicos mais conservadores, mas não causou nenhum problema até agora, conta Jake. “Respeito as pessoas conservadoras, mas o meu trabalho é focado no público jovem”, explica. A cantora cita o padre Marcelo Rossi, que já misturou até forró com mensagens cristãs, como um exemplo das liberdades que acha possível fazer.

Ainda que focada no universo religioso, Jake espera poder ampliar o seu público. “Minha música é para todos. É arte”, diz. “Não sou uma extra-terrestre. Sou cristã, sim, mas sou um ser humano normal”, acrescenta.

Depois de dois anos fazendo shows com o material do primeiro CD, Jake pede para informar que já tem músicas em número suficiente para um segundo disco. “Estou pronta para o segundo CD”, avisa.

“O católico tem axé”, garante Jake.

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Quando Revelação for ao ar nesta segunda-feira, depois de Pantanal, um novo capítulo da teledramaturgia do SBT estará sendo escrito. Depois de dez anos adaptando tramas latinas, a emissora apresenta o primeiro dos 164 episódios que marca a volta dos investimentos de Silvio Santos na produção de folhetins próprios.

Fascinação, último nessas condições e exibido em 1998, era de Walcyr Carrasco. Mas a dificuldade em conseguir um autor confiável para a empreitada - todos que o ‘patrão” queria estavam contratados pela Globo ou pela Record - deu espaço para a mulher do ‘dono do Baú”, Íris Abravanel.

“Conversamos e ele não se opôs. Só quis que eu provasse que era capaz primeiro para depois ganhar o cargo”, conta a autora, orgulhosa de sua criação.

O investimento superior a R$ 200 mil por capítulo se justifica pelos planos futuros. Parte do dinheiro foi aplicada na reforma da antiga cidade cenográfica da emissora, que será usada também nas próximas tramas.

Com direito à reativação do bonde que fez sucesso na bem-sucedida Éramos Seis, em 1994, circulando pela fictícia Tirânia, onde se passa a história. “Sempre tive esperanças de ver isso acontecendo”, diz, emocionado, Mineirinho, técnico antigo do SBT que fez questão de conservar o veículo ao longo de mais de uma década sem utilização.

O horário escolhido para a exibição, perto de meia-noite, é tarde. Mas faz parte da estratégia para aproveitar o sucesso de Pantanal. Com a audiência surpreendente da reprise, que chega a 18 pontos de pico, Sílvio e Íris esperam segurar parte deste público com Revelação. E, posteriormente, exibir a novela depois de A Favorita, da Globo, concorrendo com Chamas da Vida, da Record. Mas só mesmo após o término do clássico de Benedito Ruy Barbosa.

“Pantanal foi uma grande surpresa. Se conseguirmos a metade do retorno que a reapresentação dá será mais que satisfatório”, avalia a escritora. Ou seja, para ela, algo em torno de sete pontos de média será suficiente.

DESENCONTROS - A história principal não foge do lugar-comum. Um casal vive um grande amor, mas é separado por algumas armações. Lucas e Victória, de Sérgio Abreu e Tainá Müller, se apaixonam em Portugal enquanto fazem um curso e traçam planos para o futuro.

Mas um homem misterioso, vivido pelo diretor-geral da novela, Henrique Martins, influencia o destino do rapaz a todo momento e começa a atrapalhar o casal. Tudo para justificar o título da novela. A autora e Silvio decidiram o nome sem que a tal ‘revelação” estivesse na sinopse. “Embarquei nessa idéia e depois tivemos de quebrar a cabeça para arrumar uma justificativa”, brinca Íris, sem vergonha de assumir suas falhas.

Além do romance, a trama do SBT também se rende às cenas de ação que fazem sucesso na concorrente Record. Perseguições e tiroteios entre traficantes e a polícia estão nos primeiros capítulos. Outra estratégia usada é retratar uma família negra bem-sucedida.

Além de atrair um público diferenciado, Íris também aproveitou sua condição de evangélica para tentar atrair uma fatia deste público. Tanto que uma das personagens, Meg, de Ângela Corrêa, é inspirada em uma mulher abandonada no lixo quando bebê que, prestes a se prostituir para se sustentar, se converteu.

“A idéia é unir histórias que possam agradar a todos, sem focar num determinado tipo de telespectador”, analisa Davi Grimberg, como se isso fosse suficiente para manter a audiência. Isso sem contar com o núcleo cômico, onde funciona uma espécie de ‘academia do sexo”, com exercícios que melhoram a incontinência urinária feminina e aumentam o apetite sexual.

SEM MUDANÇAS - Ao contrário das outras novelas exibidas nas emissoras concorrentes, Revelação não é uma obra aberta. Todas as cenas já estão gravadas e, por isso, se algo der errado no ar, não tem como voltar atrás. “Isso assusta um pouco”, entrega Tainá Müller, que até então só tinha participado de uma parte da novela Eterna Magia, exibida pela Globo no ano passado.

Sérgio Abreu também se mostra tenso com a estréia, mas garante estar confortável com o ‘esquema do SBT”. “Tanto que renovamos o contrato. Fico na emissora até o fim de 2009″, justifica. Para Íris, não há perigo em ter a novela já pronta. “Fizemos pesquisas de opinião com noveleiras. E o Silvio também recrutou suas ‘colegas de trabalho” para avaliarem as cenas aos poucos”, revela, referindo-se às mulheres do auditório do programa do ‘patrão”.

Mesmo com Revelação já gravada, Íris Abravanel não descansa. A autora já trabalha em cima da adaptação de Vende-se um Véu de Noiva, radionovela de Janete Clair que substituirá Revelação em 2009.

E, apesar de saber que corre o risco de ser criticada por ser a mulher de Sílvio Santos, aproveita essa proximidade para se sentir mais segura. Por exemplo, ela tem certeza de que o marido não tirará sua novela do ar. Nem mudará o horário sem aviso prévio. “Ele já viu que não funciona. Só afasta ainda mais o público”, reconhece


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A jornalista Elvira Lobato, do jornal “Folha de S.Paulo”, recebeu o prêmio Esso de jornalismo, na noite desta terça-feira (09/12), pela reportagem “A Universal chega aos 30 anos com império empresarial”, sobre a rede de empresas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus.

O trabalho mostrava que rádios e emissoras de televisão foram adquiridas em nome de fiéis e transferidas para o fundador da igreja, Edir Macedo.

Elvira considerou o prêmio um desagravo em função dos processos judiciais movidos contra ela por fiéis da Igreja Universal, que alegaram terem se sentido ofendidos pela reportagem - a Folha responde a 105 ações ingressadas em todo o País. Elvira recebeu um diploma e o prêmio de R$ 30 mil.

A Folha também conquistou o Prêmio Esso de Criação Gráfica por “Cigarro e álcool na adolescência”, publicado pelo caderno Folhateen em 3 de setembro de 2007. Os vencedores são Renata Steffen, Fernanda Giulietti, Ivan Finotti, Alexandre Jubran, Tarso Araújo e Letícia de Castro.

A cerimônia no Copacabana Palace premiou jornalistas em mais 11 categorias. Na de reportagem, Lobato concorreu com 532 trabalhos e foi finalista ao lado de “Favela S/A”, do jornal “O Globo”, e “Suicídio.com”, da revista “Época”.

Em dois meses de apuração, Elvira Lobato, na Folha desde 1984, investigou o conglomerado de empresas controladas pela Igreja Universal do Reino de Deus. A reportagem revelou que, além de rádios e TVs, a Universal e sua cúpula mantinham dois jornais diários, uma agência de turismo, uma imobiliária e uma empresa de seguro-saúde.

Após a publicação, lideranças e membros da Universal entraram com 105 ações judiciais contra a jornalista e a Empresa Folha da Manhã, que edita a Folha, pedindo reparação por danos morais. A maioria dos processos foi ajuizada em comarcas remotas de quase todos os Estados, forçando o deslocamento de advogados e jornalistas. As 58 ações julgadas até o momento tiveram sentenças favoráveis à Folha.

“Dedico o prêmio a todos os jornalistas. O oxigênio da profissão é a liberdade de imprensa”, disse Lobato ontem.

O Prêmio Esso de Jornalismo foi criado em 1955. Em 2004, a Folha e “O Estado de S. Paulo” criticaram a estrutura da premiação, afirmando que a composição do corpo de jurados não era “representativa do mercado editorial do país”.

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