Atriz Luiza Tomé, agora evangélica, declara que a fé salvou seu casamento
09/05/2009 - 19:15

Atriz, que volta à TV em tributo a Machado, conta que a fé salvou seu casamento.
Ela é inquieta, não pára um minuto. A atriz Luiza Tomé (45) é capaz de fazer tudo ao mesmo tempo. Cuida do marido, o empresário Adriano Facchini (44), com quem acaba de completar 15 anos de união, dos filhos Bruno (10), Luigi e Adriana (4), que ainda exigem muito a sua presença, e trabalha na Rede Record, onde tem contrato até 2010. Sua próxima aparição na TV será na adaptação de Os Óculos de Pedro Antão parceria da emissora com a produtora Contém Conteúdo -, em homenagem ao centenário de morte do autor, Machado de Assis.
A vida glamourosa, no entanto, está longe de parecer anúncio de margarina, como a atriz faz questão de enfatizar. “É corrido. Quando gravo, me divido em mil”, conta ela, que, apesar da rotina agitada, sente-se mais estruturada. Além da harmonia familiar e da satisfação profissional, Luiza descobriu uma nova religião. Há dois anos e meio, freqüenta, com o marido e os filhos, a Igreja Batista Palavra Viva. E, desde então, assegura que tudo mudou para melhor.
O que aconteceu na sua rotina de vida depois que você virou evangélica?
Muita coisa. A relação melhorou. Adriano era mais ciumento e isso incomodava. Ele aprendeu a perdoar, a não ter mágoa, coisas que só fazem mal. Eu o levei para a igreja e, no final, ele se apegou muito mais. Já fui católica, budista, kardecista. Mas agora me achei. O mundo precisa de fé. Não consigo viver sem Deus. Peco, sou pecadora, sim. Gosto de dançar, beber vinho, fumar meu cigarro. Mas tenho encontrado mais equilíbrio.
Você e Adriano já superaram uma crise. Como foi?
Tivemos uma grave quando já freqüentávamos a igreja, há cerca de um ano. É difícil ficar casada por quinze anos e não passar por uma crise ou outra. Quase acabamos, mas seguramos a onda, colocamos tudo na balança. Acho que vamos ter muitos problemas ainda, mas sinto que a cada dia que passa evoluímos na relação. Em um determinado ponto do casamento, a paixão vai embora e o que fica é o amor. Mas fazer o que lá fora? Viver uma aventura? Chegamos à conclusão de que não valia à pena deixar uma relação com três filhos se a gente ainda se amava.
E as crianças, como reagiram a essa nova opção religiosa?
Meus filhos são a minha vida. E eles adoram a igreja. É bom que as crianças cresçam com o sentimento de fé. O Luigi canta o hino de louvor durante o banho. É a coisa mais linda. Fico arrepiada só de ouvir. Ele é o que mais questiona e sempre tentamos esclarecer tudo da melhor maneira possível.
Como você se sente com 45 anos de idade?
Muito bem. Sou cuidadosa com meu corpo e minha pele, até porque tenho pânico de plástica.
E como está o trabalho?
Adoro a Record. Renovei meu contrato até 2010 e gravei o especial, que ficou lindo. Estou feliz de participar de um projeto em homenagem a Machado. Fiquei tão empolgada que já penso em produzir um de seus textos para o teatro.
Ex-atriz pornô vira pastora nos Estados Unidos
09/05/2009 - 19:07

Antes de virar pastora na cidade de Los Angeles, no estado da Califórnia (EUA), Melissa Scott foi estrela de filmes pornôs e posou nua para revistas masculinas com o nome de “Barbie Bridges”, segundo reportagem da edição norte-americana da revista “Marie Claire”.
Ela se casou em 1995 com o pastor Gene Scott, que construiu um império. Com a igreja, conforme a revista, ele arrecadava US$ 1 milhão por mês em doações e contava com uma fortuna que incluía dois ranchos, uma mansão em Pasadena e uma coleção de carros de luxo.
Gene, que era cerca de 40 anos mais velho, morreu há quatro anos por causa de complicações provocadas por um câncer de próstata. Com a morte do marido, Melissa acabou assumindo a “University Cathedral”, no centro de Los Angeles.
Mas, após seu primeiro sermão, alguém enviou cartões mostrando fotos de uma estrela pornô chamada “Barbie Bridges”, que era muito parecida com ela. No entanto a pastora Melissa Scott vinha negando qualquer semelhança com a atriz pornô.
Livro infantil aborda homossexualidade e gera polêmica na Austrália
09/05/2009 - 18:55

Um novo livro infantil dirigido a crianças de dois anos e que aborda, entre outras questões, o relacionamento entre homossexuais, está causando polêmica na Austrália.
O livro, Where did I really come from (”De onde eu Vim”), da autora Narelle Wickham, traz informações detalhadas e ilustrações de relações sexuais, e aborda temas controversos, como a paternidade entre casais de lésbicas e gays.
Uma das ilustrações mostra dois homens segurando um bebê. “Se os pais são abertos com os filhos desde o começo, é bom para o conceito de que os pais são honestos e confiáveis”, disse Wickham em entrevista à BBC Brasil.
“O livro é para os pais saberem como ensinar os filhos sobre várias formas de se conceber um bebê, inclusive a fecundação in-vitro (FIV)”, disse a autora.
Wickham contou à BBC Brasil ter tido a inspiração para escrever o livro depois do nascimento da filha, que foi concebida a partir de inseminação artificial.
Trechos
“Algumas vezes as mulheres querem ter filhos mas não querem ter relação com um homem. Ou algumas vezes mulheres querem ter um bebê sozinhas ou com outra mulher, então o bebê tem duas mamães”, diz um dos trechos.
Outra passagem ainda explica que “quando uma mulher quer ter o bebê sozinha ela vai a um médico que consegue para ela espermatozoide, ou pede a um homem especial para fornecê-la seu espermatozoide”.
Grupos conservadores, como a Organização Família Austrália, disseram-se revoltados com a ideia. “Essa é uma forma de promover o que não é normal”, disse à BBC Brasil John Morrissey, porta-voz da organização, referindo-se a pais gays.
“Se o livro apenas explicasse aos pais a melhor maneira de responder aos filhos quando eles começarem a questionar, tudo bem. Mas promover relacionamentos que não são normais, nós somos contra”.
Na Austrália, estudantes começam a ter aulas de educação sexual a partir dos 11 anos.
Miss vira garota-propaganda contra o casamento gay
09/05/2009 - 17:27
Depois da resposta dada durante o Miss EUA no último dia 19, quando ficou em segundo lugar, a Miss Califórnia virou garota-propaganda contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Vamos ao caso: durante o Miss EUA, na seção de perguntas, Carrie Prejean, de 21 anos, teve que responder sobre o que achava do casamento homossexual. Daí surgiu a resposta que criou a polêmica: “Nós vivemos em uma terra onde você pode escolher casamento do mesmo sexo ou entre opostos. Mas você sabe, eu acho que em nosso país, em minha família, eu acho que eu acredito que casamento deveria ser entre um homem e uma mulher. Sem ofender ninguém, mas é isto que eu mostro”, afirmou a Miss Califórnia. Carrie vai passar a trabalhar junto à Organização Nacional pelo Casamento para “proteger as tradições do casamento”, conforme disse em entrevista para o programa ‘Today’, da NBC. Segundo a CNN, a campanha da instituição será de US$ 1,5 milhão. “Sem homens e mulheres juntos, as crianças não terão pais e mães”, disse ela, em uma entrevista coletiva, na capital Washington. “O casamento é algo muito querido no meu coração”, disse ela, que contou que muitas pessoas agradeceram-na pelo comentário dado durante o concurso de beleza realizado em Las Vegas.
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09/05/2009 - 16:48

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