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No dia 20 de maio, o Fenasp (Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política) realiza a “Caminhada pela Vida”, na Capital. Este ano, o tema é a luta contra a pedofilia.

Quem participar da caminhada poderá também ver um show do cantor gospel Chris Duran, conhecido internacionalmente. A caminhada pela vida será a partir das 18h na praça do rádio Clube, no Centro.

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Depois da resposta dada durante o Miss EUA no último dia 19, quando ficou em segundo lugar, a Miss Califórnia virou garota-propaganda contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Vamos ao caso: durante o Miss EUA, na seção de perguntas, Carrie Prejean, de 21 anos, teve que responder sobre o que achava do casamento homossexual. Daí surgiu a resposta que criou a polêmica:

“Nós vivemos em uma terra onde você pode escolher casamento do mesmo sexo ou entre opostos. Mas você sabe, eu acho que em nosso país, em minha família, eu acho que eu acredito que casamento deveria ser entre um homem e uma mulher. Sem ofender ninguém, mas é isto que eu mostro”, afirmou a Miss Califórnia.

Carrie vai passar a trabalhar junto à Organização Nacional pelo Casamento para “proteger as tradições do casamento”, conforme disse em entrevista para o programa ‘Today’, da NBC. Segundo a CNN, a campanha da instituição será de US$ 1,5 milhão. “Sem homens e mulheres juntos, as crianças não terão pais e mães”, disse ela, em uma entrevista coletiva, na capital Washington.

“O casamento é algo muito querido no meu coração”, disse ela, que contou que muitas pessoas agradeceram-na pelo comentário dado durante o concurso de beleza realizado em Las Vegas.

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A Molleindustria retirou do seu site o jogo “Faith Fighter”, que tinha sido apresentado já há um ano com o mote: “O jogo que vai testar as suas capacidades e a sua tolerância religiosa”, no seguimento de uma queixa da Organização da Conferência Islâmica (OIC).

O jogo é uma versão do “Street Fighter”, de combates entre duas figuras, mas em vez de escolher personagens com maior capacidade muscular ou de técnicas de artes marciais, o jogador pode lutar através de figuras religiosas como Maomé, Ganesh ou Jesus. A ideia, diz a Molleindustria, era “fazer com que os jogadores reflitam sobre como as suas religiões ou as suas representações são muitas vezes usadas para alimentar ou justificar conflitos entre nações ou pessoas”. Para não ferir suscetibilidades entre os muçulmanos que rejeitam representações físicas de Maomé, o fabricante fez uma versão censurada.

A OIC reagiu a uma notícia sobre o jogo num jornal inglês - que citava líderes cristãos, muçulmanos e budistas ofendidos pelo jogo - lançando um comunicado dizendo que o “Faith Fighter” “é provocador e ofensivo tanto para os cristãos como para os muçulmanos (…) e só servirá para incitar a intolerância”, cita a AFP.

A empresa responsável pelo jogo diz que já há um ano que este estava disponível na Net e que apenas tinham recebido “duas queixas de jogadores católicos”. Mas decidiu ainda assim retirá-lo.

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“Você tem que tomar uma overdose de Jesus e injetar na sua veia o sangue que correu na cruz”. O vídeo com esta mensagem, cantada em ritmo de axé, alcançou nesta quarta-feira a marca de 250 mil acessos, transformando a cantora Jake no mais novo fenômeno musical do País. Melhor que isso, só o título e refrão da música, que gruda no ouvido feito chiclete: “Pó pará com pó”. Se bobear, vai ser o hit deste carnaval.

Jaqueline Michele Santos Trevisan, a Jake, é paulistana, fã de Daniela Mercury e Netinho (do axé), e também de Gal Costa e Maria Bethânia. Tem 29 anos e está na estrada desde os 15. “A gente sempre fez barulho na igreja”, conta ao iG.

Católica praticante, é autora da letra e da música de “Pó pará com pó”. “Nunca usei droga nenhuma, nunca fumei maconha nem experimentei cocaína, mas conheço muita gente do meu grupo que partiu para as drogas e a bebida alcoólica. E tiveram muitos problemas, o que me inspirou”, diz.

“Jake Guerreira do Amor”, o seu primeiro CD, todo em ritmo de axé, foi gravado em 2006, mas o sucesso só veio agora, depois de uma apresentação, no início de novembro, na TV Aparecida, cujo conteúdo caiu no You Tube. A gravação contabilizava 246.980 acessos no momento em que este texto era escrito.

A pregação religiosa em ritmo de axé pode até ter chocado alguns católicos mais conservadores, mas não causou nenhum problema até agora, conta Jake. “Respeito as pessoas conservadoras, mas o meu trabalho é focado no público jovem”, explica. A cantora cita o padre Marcelo Rossi, que já misturou até forró com mensagens cristãs, como um exemplo das liberdades que acha possível fazer.

Ainda que focada no universo religioso, Jake espera poder ampliar o seu público. “Minha música é para todos. É arte”, diz. “Não sou uma extra-terrestre. Sou cristã, sim, mas sou um ser humano normal”, acrescenta.

Depois de dois anos fazendo shows com o material do primeiro CD, Jake pede para informar que já tem músicas em número suficiente para um segundo disco. “Estou pronta para o segundo CD”, avisa.

“O católico tem axé”, garante Jake.

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