John Lennon fez pacto com Satanás, diz livro recente
03/06/2009 - 20:43
WASHINGTON, EUA — A subida meteórica dos Beatles, sem precedentes na cultura popular e sem rival durante quase quatro décadas depois que a banda se dividiu, é explicada pelo menos em parte por um pacto que John Lennon fez com o diabo, diz um livro recente.
No livro “The Lennon Prophecy”, o escritor Joseph Niezgoda revela que o próprio Lennon, obcecado com o ocultismo, poderes mágicos, a numerologia e em ser maior do que Elvis Presley, confidenciou a seu amigo Tony Sheridan que ele fez tal acordo. O livro também defende a idéia de que os “sinais sobre morte” há muito ligados a Paul McCartney eram realmente mensagens subliminares dando pistas sobre o destino fatal de Lennon.
Escrito por um músico que foi fã dos Beatles a vida inteira, o livro especula que o pacto foi feito logo antes de a banda experimentar seus primeiros grandes sucessos e terminou 20 anos mais tarde com o assassinato de Lennon em Nova Iorque. O assassino foi Mark David Chapman, que posteriormente afirmou que demônios foram expulsos dele enquanto ele estava cumprindo sentença na Prisão Estadual de Attica pelo assassinato.
“Chapman disse que quando o último demônio saiu do seu corpo ele entendeu o motivo por que ele vivia possesso”, Niezgoda disse para WND. “Foi para exibir o grande poder de Satanás no mundo usando o assassinato de John Lennon como o veículo. Sempre cri intuitivamente… que o verdadeiro autor dessa história é Satanás e que eu sou apenas o mensageiro”.
É claro que muitos rejeitarão a noção de que há um espírito real chamado Satanás. Outros zombarão da noção de que as pessoas possam fazer pactos com ele que possam trazer resultados no mundo real.
Por isso, Niezgoda dedica um capítulo ao que pode surpreender a muitos leitores como pactos satânicos razoavelmente bem documentados durante a História — inclusive o caso de Johann Faust, que, no período da Renascença, conquistou fama e fortuna talvez iguais às de Lennon e dos Beatles quatro séculos depois. Ele também teve uma morte prematura misteriosa e estranhamente inexplicável 20 anos depois.
Embora Faust se gabasse de realizar mais milagres do que Jesus Cristo, Lennon criou controvérsia ao se gabar de que sua banda era mais famosa do que Jesus Cristo.
“Se John tivesse entrado num pacto de 20 anos com Satanás para adquirir riqueza e fama mundial, esse contrato terminou em 8 de dezembro de 1980, com sua morte violenta”, disse Niezgoda. “Contando 20 anos passados, ocorreu algo incomum na história dos Beatles em dezembro de 1960?”
De fato, ocorreu, recorda Niezgoda. Em 27 de dezembro de 1960, os Beatles fizeram um show no salão de bailes da prefeitura de Litherland, Inglaterra.
“Dizem que depois da apresentação nessa única noite, os Beatles nunca mais foram os mesmos”, recorda Niezgoda. “Cada um dos Beatles se lembra dessa noite como o momento mais decisivo de suas carreiras”.
Logo depois dessa apresentação inesquecível, os Beatles começaram a tocar no Clube Caverna de Liverpool, onde se tornaram um fenômeno local. Então foram para Hamburgo, onde as audiências alemãs ficavam fora de si.
Essa apresentação também marcou o começo da conduta declaradamente anticristã de Lennon. No livro “The Love You Make”, de Peter Brown, ele reconta como Lennon vestia uma coleira de cachorro feita de papel, depois recortava-a, transformando-a numa cruz de papel, e começava a pregar à audiência de Hamburgo — desenhando um retrato debochado de Jesus pendurado na cruz usando um par de pantufas.
Mais tarde, também na Alemanha, na Sexta-Feira Santa, Lennon direcionou para um grupo de freiras um retrato de Jesus em tamanho real na cruz pendurado na sacada de seu apartamento.
“Enquanto as freiras fitavam pasmas essa exibição sacrílega, John começava a jogar nelas camisinhas cheias de água”, escreveu o biógrafo Albert Goldman.
Pete Best, o baterista original do grupo, também testemunhou tal conduta e escreveu sobre isso em seu próprio livro descrevendo como Lennon urinou em outro grupo de freiras da sacada de seu prédio enquanto proclamava: “Gotas de chuva celestial!”
Esses eram apenas alguns dos modos como Lennon confrontava e antagonizava quem adorasse a Cristo — sem nenhuma razão aparente, a não ser para seu próprio divertimento.
O livro dedica um capítulo inteiro às tragédias, desapontamentos e tristezas de Lennon. Sua mãe, Julia, e seu pai, Freddie, brigavam para ficar com a custódia do menino John. Aos 5 anos, ele foi forçado a decidir se queria ficar com o pai ou com a mãe. De início, ele escolheu seu pai. Mas quando sua mãe lhe perguntou se ele tinha certeza, ele correu para ela.
“John nunca se esqueceu do horror desse incidente”, escreve Niezgoda. “Deixou uma cicatriz permanente e grandes sentimentos de insegurança, e só depois de passados 20 anos é que ele viu seu pai de novo”.
Viver com Julia Lennon não era fácil. Ele era muitas vezes deixado em casa sozinho e tinha dificuldade para dormir. Mais tarde Lennon lembrou que ela “não estava se prostituindo por dinheiro, mas para ter vestidos caros”.
Aos 6 anos, Lennon começou a fugir de casa para ficar com sua tia Mimi. Ele aprendeu qual bonde pegar pela qualidade das poltronas de couro preto, explicou ele.
“Até hoje, adoro couro preto”, diria ele mais tarde. “Acho-o confortante”.
Às vezes, ele era apanhado por adultos preocupados com seu bem-estar e levado a uma delegacia de polícia local.
“Nunca consegui achar as palavras certas para explicar minha situação”, diria ele.
Os problemas de Lennon prosseguiram no período escolar — ele tinha pouco interesse em aprender na sala de aula, mostrava desprezo pelos professores, faltava às aulas, fumava e falava palavrões, colava nas provas, roubava doces das outras crianças e furtava cigarros para fazer dinheiro.
Ele foi expulso de um coral de igreja por substituir as letras dos hinos por palavras obscenas.
Outro biógrafo escreveu: “John regularmente zombava das lideranças da igreja, satirizava os hinos e fazia desenhos blasfemos de Cristo na cruz de um jeito que só os desviados conseguem fazer”.
Talvez para compensar sua dura infância, Lennon ficou obcecado de se tornar rico e famoso.
Pete Best recordou como Lennon diria que ia chegar ao topo — de um jeito ou de outro.
“Se tivermos de ser determinados e enganadores, então isso é o que teremos de fazer para chegar ali”, Best citou Lennon, que disse: “Não importa o que seja necessário para chegar ao topo. Poderia causar alguma dor de cabeça, mas uma vez ali em cima, será um tipo diferente de maçada. Sim, ele dizia, ‘eu’ e não ‘nós’. Esse era o real John Lennon, brilhante, divertido, mas cruel”.
Niezgoda cita o “delírio” sem precedentes e sem igual que cercava os Beatles como um dos sinais mais intrigantes sugerindo algo sobrenatural na carreira deles.
“John, Paul, George e Ringo eram escritores e músicos de muito talento — como ficou bem evidenciado pelas carreiras solo deles”, Niezgoda disse para WND. “Mas o que é que estava no começo que os distinguiu de outros músicos da época deles? O que foi que os elevou em poucos anos da total obscuridade para se tornarem o maior espetáculo da terra? Quando eles viajaram para a Austrália em 1964, que tipo de força terrena fez com que 400.000 fãs se ajuntassem fora do hotel deles para meramente olhar de relance os quatro rapazes de Liverpool? Como dá para explicar de forma lógica que eles tenham conseguido, por 20 vezes, o lugar número 1 nas paradas de sucesso num curto período de seis anos?
“Nada antes ou depois chegou perto de se igualar ao rápido e popular delírio emocional universal que cercava os Beatles. Não dá para eu ficar enumerando interminavelmente as realizações sobrenaturais deles… Tentar explicar a fonte da fama e fortuna dos Beatles é como tentar definir os poderes da magia”.
No pico da popularidade deles, os fãs dos Beatles ficaram obcecados com o que pareciam ser sinais na música deles acerca de uma morte dentro da banda. Na época, o foco era sobre uma especulação de que McCartney havia morrido num acidente de carro e havia sido substituído por um sósia.
Nem mesmo uma entrevista coletiva à imprensa de Paul conseguiu persuadir os fãs dos sinais de que ele era, de fato, o real Paul. Tudo pareceu bobagem depois que a longa e reconhecida carreira solo de McCartney decolou.
“A suspeita, porém, não era sem mérito”, explica Niezgoda. “As pistas estavam ali, e numerosas demais para se ignorar. Elas só precisavam ser vistas mediante lentes diferentes para criar não um quadro de uma conspiração passada, mas uma tragédia futura. Quando examinadas como possível profecia, os sinais parecem ser bem claramente não sobre Paul, mas sobre John Lennon”.
Niezgoda está co
nvencido de que os Beatles tinham assistência sobrenatural — não só com sua subida ao topo, mas com esses “sinais” que pareciam tão convincentes de que algo não estava certo dentro dos Beatles. Ele não está feliz com sua conclusão. Aliás, como fã a vida inteira dos Beatles, ele parece estar num conflito profundo.
“Sempre tive de lidar com o constante conflito do meu amor pela música genuína deles e o mal que percebo a cerca”, ele disse para WND. “A única diferença é que tenho procurado definir ou fazer sentido dela com a ajuda deste livro”.
Traduzido por Julio Severo
Instinto materno me fez internar Davi, diz Claudia Leitte. Assista
18/05/2009 - 21:48

A cantora Claudia Leitte rebateu as críticas de que as constantes viagens para cumprir a agenda lotada de shows teria facilitado que seu filho contraísse meningite.As declarações foram feitas durante entrevista coletiva realizada na tarde desta terça-feira (12) em hospital localizado em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
“Por algum momento cheguei a me sentir culpada. Mas isso passou logo. Sempre fui um mãe dedicada, estive o tempo todo ao lado dele, mas jamais levei o Davi para um trio elétrico. Quem disse isso são pessoas maldosas”, afirmou, ao lado dos médicos que cuidaram de seu filho, em coletiva para anunciar que o bebê estava recebendo alta do hospital.
Acompanhada dos pais e do marido, Márcio, Claudia disse que queria voltar logo para Salvador e ficar ao lado do filho, antes de retomar sua rotina. “Agora, não sei nem que dia é hoje. Depois de 50 horas direto, acordada, a gente fica até alheia ao que está acontecendo lá fora. Mas quero continuar fazendo meus shows e voltar ao trabalho”.
Claudia disse ainda que já se considerava uma supermãe, mas a doença do filho fez com que ela se sentisse mais preparada. “Tenho que agradecer muito a Deus por ter atendido ao meu instinto maternal, que considero a voz do Espírito Santo, de levar ele logo para o hospital”, contou a cantora, lembrando que notou mudança no comportamento do bebê, de 3 meses. “Ele estava com pintinhas vermelhas no corpo e muito irritadiço”.
Embora falasse em Deus o tempo todo, Cláudia Leitte afirmou que não segue nenhuma religião. Mas disse que está estudando se vai batizar o filho. “Só quero que Davi conheça o significado de Deus, que Jesus morreu crucificado na cruz por todos nós”.
Claudia Leitte diz que recebeu chamado de Deus sobre o filho
12/05/2009 - 20:23

Claudia Leitte vai passar seu primeiro Dia das Mães com o filho, Davi, de 3 meses e meio, ainda internado no hospital Copa D’Or, onde ele se recupera de meningite. Mas, ainda assim, a cantora está dando glórias nas alturas. Segundo ela, seu filho só está bem porque ela ouviu a um chamado divino. “Ainda no Projac (estúdios da Globo onde gravava Caldeirão do Huck), recebi uma mensagem de Deus: ‘Leve seu filho agora para o hospital. Ele precisa’”, contou Claudia, que segunda-feira à noite foi com a criança para o médico.
“Deus é perfeito. Na semana do Dia das Mães, o inimigo queria me destruir, mas Deus foi mais forte. Ele, que teve misericórdia e compaixão de mim. Meu filho e minha família são tudo para mim, sem eles não existo. Dinheiro e fama são passageiros”, disse ela, que desde que entrou no hospital ficou 48 horas sem dormir e fez da Bíblia seu livro de cabeceira. O susto com o bebê lhe deu uma lição: “Deus espera algo de mim, preciso servir a Ele.”
Claudia cancelou os shows previstos para o próximo fim de semana e deve ficar no hospital até terça-feira: a medicação do bebê termina na segunda-feira à noite. “Ele precisa ficar pelo menos sete dias tomando antibiótico, seria um trauma transferi-lo antes”, conta o assessor da cantora, Paulo Sampaio. O resultado do exame que determina o tipo de meningite sai entre 48 e 72 horas.
Cantora ocupa dois quartos no hospital
Claudia ocupa duas suítes no 5º andar. Em uma, fica a unidade semi-intensiva, para onde o bebê foi nesta quarta-feira, com o berço ao lado da cama e aparelhos que monitoram a saúde de Davi. No outro quarto, ela descansa e recebe visitas, como a de Preta Gil. Claudia passa as noites em claro e dorme de dia. Ela faz as refeições no quarto e jantou comida tailandesa.
“Minha filha é guerreira. Pode estar em frangalhos por dentro, mas aguenta”, diz sua mãe, Ilna. O marido, Marcio, fica no hospital e os pais dormem no hotel. Terça, ela chorou ao saber que um fã orava na porta do hospital à noite.
Mulher que se diz evangélica invade igreja católica e destrói imagens
29/04/2009 - 21:18

Um atentado à igreja matriz da cidade de Umari (a 405Km de Fortaleza) deixou indignados os fiéis daquela paróquia e acabou virando caso de Polícia. O fato ocorreu ao meio-dia de ontem, quando a Igreja de São Gonçalo do Amarante, padroeiro do Município, foi invadida e atacada pela dona-de-casa Maria Leite Araújo Brasil, 45, que se dizia evangélica.
De posse de um paralelepípedo, ela destruiu 18 imagens sacras, sendo três delas do século XVIII, além de sete quadros da Via-Sacra. As imagens viraram pó.
A acusada ainda ameaçou os fiéis que tentaram dominá-la e só foi contida com a chegada da Polícia Militar no local da depredação. ´Vera´, como é mais conhecida a acusada, parecia estar possessa e afirmou para os PMs que havia feito uma promessa de ´destruir imagens feitas pelas mãos dos homens que estão provocando guerras no Mundo”. Separada do marido, ´Vera´ tornou-se fervorosa freqüentadora de um templo da Assembléia de Deus na cidade de Umari.
Dominada
Quando a patrulha comandada pelo sargento PM Josué e cabo PM Givaldo chegou ao local encontrou o pároco José Luismar Rodrigues em estado desesperador diante da destruição de todas as imagens da matriz.
A mulher foi dominada e encaminhada à Delegacia Regional da Polícia Civil de Icó (a 375Km de Fortaleza), onde o delegado-regional José Gonçalves de Almeida lavrou o flagrante por crimes de danos e violação de templo religioso. Desde o fim da tarde passada, a acusada se encontra recolhida na cadeia pública de Umari à disposição da Justiça.
O pároco José Luismar Rodrigues acompanhou a acusada e os PMs até a delegacia regional de Icó, onde prestou depoimento no auto de prisão em flagrante delito. Segundo o religioso, a destruição das imagens sacras ´jamais será esquecida pelos fiéis de Umari. Ele lembrou que, em toda a sua vida de sacerdócio, nunca tinha presenciado um ato semelhante. “Ela causou danos materiais, espirituais, religiosos e também culturais”, afirma o padre se referindo às imagens santificadas que haviam sido esculpidas há séculos.
O escrivão Judá Tadeu, que lavrou o flagrante contra a dona-de-casa, também lamentou o ocorrido. “Estou na Polícia há 32 anos e jamais tinha visto algo dessa gravidade”, explicou. Logo que tomou conhecimento do fato, a população se dirigiu à igreja e ficou incrédula ao ver as imagens sacras destruídas.
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