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O último filme da saga escrita por J.K. Rowling mereceu críticas muito positivas do mesmo jornal que até ao ano passado criticava o rapaz feiticeiro.

De obra perigosa, que aumenta o interesse dos jovens no oculto, até fantástico romance que demonstra claramente a eterna luta entre o bem e o mal. O L’Osservatore Romano deu uma cambalhota na sua apreciação de Harry Potter, que agradará aos milhões de fãs do pequeno aprendiz de feiticeiro.

Nos últimos anos a Igreja tinha feito notícia ao criticar severamente os livros de Rowling, acusando-os de promover a feitiçaria e de uma “atitude diabólica” ao caracterizar as pessoas comuns
(referidas no livro como Muggles), como seres incapazes de outra coisa que não a maldade.

Em alternativa o L’Osservatore apontava para obras clássicas como a trilogia do Senhor dos Anéis, escrita pelo católico J.R.R. Tolkien, ou as Crónicas de Narnia, escritas por C.S. Lewis, como exemplos de ficção fantástica virtuosa.

Este último filme da saga parece, contudo, ter levado a redacção do jornal do Vaticano a mudar de ideias. O jornal nota com satisfação que o filme revela uma clara distinção entre o bem e o mal, e demonstra como está errado o desejo de Voldemort, o inimigo de Harry Potter, de atingir a imortalidade pelos seus meios.

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Cantor, criado na religião Testemunha de Jeová, prometeu fidelidade ao Alcorão em cerimônia realizada em Los Angeles.

Tudo indica que Michael Jackson começa a dar sinais da crise dos 50 anos. De acordo com o tablóide britânico “The Sun” desta sexta-feira (21), o rei do pop virou muçulmano e mudou seu nome para Mikaeel, nome de um dos anjos de Alá

O cantor, criado na religião Testemunha de Jeová, usou um traje islâmico durante a cerimônia de conversão e prometeu fidelidade ao Alcorão. O ritual aconteceu na mansão do tecladista do Toto, Steve Porcaro, amigo de longa data de Jackson, em Hollywood Hills, Los Angeles.

Jackson não é o primeiro artista de sucesso a trocar de nome após virar muçulmano, o cantor Cat Stevens também passou pelo mesmo processo e hoje atende pelo nome de Yousef Islam.

Na próxima segunda-feira (24), Michael Jackson terá que viajar a Londres para depor num processo movido contra ele pelo filho do rei de Barein, o xeique Abdullah bin Hamad al-Khalifa.

O príncipe diz que Jackson descumpriu um contrato para gravar um novo álbum e escrever uma autobiografia e lhe deve 7 milhões de dólares.

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