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BRASIL - A edição de aniversário da Revista Época, publicada em 25 de maio, apresenta uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020.

O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL (1) , estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica. E se a previsão se cumprir, o aumento no número de fiéis ajudará a mudar a “cara” do país. Uma das hipóteses para o crescimento dos evangélicos, segundo a matéria, é a flexibilização e adaptação à sociedade.

Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos. No entanto, não se sabe se a violência deve continuar a acontecer.

Como isso pode acontecer sem infringir princípios básicos da fé, deve ser uma reflexão para os cristãos.

(1) Serviço de Evangelização para a América Latina.

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A Molleindustria retirou do seu site o jogo “Faith Fighter”, que tinha sido apresentado já há um ano com o mote: “O jogo que vai testar as suas capacidades e a sua tolerância religiosa”, no seguimento de uma queixa da Organização da Conferência Islâmica (OIC).

O jogo é uma versão do “Street Fighter”, de combates entre duas figuras, mas em vez de escolher personagens com maior capacidade muscular ou de técnicas de artes marciais, o jogador pode lutar através de figuras religiosas como Maomé, Ganesh ou Jesus. A ideia, diz a Molleindustria, era “fazer com que os jogadores reflitam sobre como as suas religiões ou as suas representações são muitas vezes usadas para alimentar ou justificar conflitos entre nações ou pessoas”. Para não ferir suscetibilidades entre os muçulmanos que rejeitam representações físicas de Maomé, o fabricante fez uma versão censurada.

A OIC reagiu a uma notícia sobre o jogo num jornal inglês - que citava líderes cristãos, muçulmanos e budistas ofendidos pelo jogo - lançando um comunicado dizendo que o “Faith Fighter” “é provocador e ofensivo tanto para os cristãos como para os muçulmanos (…) e só servirá para incitar a intolerância”, cita a AFP.

A empresa responsável pelo jogo diz que já há um ano que este estava disponível na Net e que apenas tinham recebido “duas queixas de jogadores católicos”. Mas decidiu ainda assim retirá-lo.

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O Vaticano pode estar se preparando para promover um boicote em grande escala ao filme Anjos e Demônios, continuação do controverso O Código da Vinci, informou o site The Hollywood Reporter.

O Avvenire, jornal oficial do Vaticano, publicou uma matéria na sua edição da última sexta-feira (20) posicionando-se contra a produção e afirmando que a Igreja “não pode aprovar” um filme tão “problemático”.

Outra publicação, o The Turin Daily La Stampa, confirmou que o Vaticano planeja fazer um anúncio oficial em breve para incentivar os seus fiéis a boicotarem o longa-metragem, embora o arcebispo Velasio De Paolis já tenha alertado sobre as consequências negativas do manifesto, que pode acarretar no chamado “efeito bumerangue”. Ou seja, o boicote deve acabar atraindo ainda mais atenção para o filme e, eventualmente, torná-lo mais popular.

O Gabinete de Imprensa do Vaticano declinou fazer comentários sobre ambas as reportagens.

Essa “guerra” da Instituição contra Anjos e Demônios não é de hoje. Durante gravações do longa, produtores pediram permissão à oficiais da Igreja para filmar algumas cenas no Vaticano, que logo foi recusada.

Em 2006, na época do seu lançamento, O Código Da Vinci também sofreu tentativas de boicote, mas os apelos da Igreja tiveram pouco efeito sobre a popularidade do thriller, que arrecadou US$ 760 milhões mundialmente.

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